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"Domínio Próprio"
Lição 10: 6 de março de 2010
Segunda-feira: "Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna" (Gal. 6:8). O que essa passagem está nos dizendo? O que está sendo colocado em contraste? O que está em jogo? Por que, então, a questão aqui é de crucial importância? Como o que Paulo escreve aqui nos ajuda a entender por que, não importa os resultados imediatos, José agiu corretamente?
Sexta-feira: 1. G. Gordon Liddy foi um dos execráveis conspiradores do Watergate [1]. Liddy acabou cumprindo mais tempo de pena do que qualquer outro neste escândalo, que abalou os Estados Unidos na década de 1970. Certa vez, quando tentava recrutar uma jovem mulher para a atividade criminosa, Liddy a convidou para irem a um restaurante. Durante a discussão, ela perguntou como poderia confiar nele; ou seja, caso ele fosse apanhado, como ela poderia saber que ele não a entregaria? A fim de provar a ela seu domínio próprio, Liddy colocou seu dedo sobre uma vela à mesa, e a manteve lá o tempo suficiente para sua carne começar a queimar antes que ele a removesse. Seu objetivo foi mostrar a ela quanto domínio próprio ele possuía. Como esse tipo de domínio próprio se compara ao fruto do Espírito que nós estudamos nesta semana? Podemos encontrar algo de nobre e que valha a pena imitar neste tipo de autocontrole? O domínio próprio e a disciplina são necessariamente sempre bons?
[1] Watergate: O caso Watergate foi o escândalo político ocorrido na década de 1970 nos Estados Unidos da América que, ao vir à tona, acabou por culminar com a renúncia do presidente americano Richard Nixon eleito pelo partido republicano. "Watergate" de certo modo tornou-se um caso paradigmático de corrupção.
Tradução: Classe Universitários
IASD de Jd. Estádio
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