Lição 04. Segundo trimestre. 19 a 26 / 04 / 008
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.
A s a b e d o r i a d e
S e u s e n s i n o s
O Filho do Deus Vivo, O Deus Unigênito ( João 1:18 ) que desde todas as eternidades sempre esteve
no seio do Pai, foi Denominado e Definido, pela Bíblia como sendo a Sabedoria
de Deus ( I Cor. 1:30; Prv. 8:22-30 ), ora, visto como Cristo é a Sabedoria
de Deus, o Pai Celestial, como admitir que Ele tenha tido, no passado eterno,
um início em Sua preexistência no qual tenha sido gerado fisicamente e
biologicamente falando? Este é um ensinamento que
admite um Deus que no passado eterno, não possuía sabedoria!!! Assim como a sabedoria de Deus é inerente a Sua Pessoa,
assim, também, A Pessoa do Deus Unigênito e Preexistente no passado eterno,
sempre existiu com Deus desde todas as eternidades, por isso é que Ele foi
considerado a Sabedoria de Deus. Quando Cristo Se intitulou o Grande “Eu Sou” ( João 8:58 ), ou seja, a Presença Eterna, Ele não estava Se
apresentando apenas como sendo anterior a Abraão, mas como O “Grande Eu Sou” do
passado eterno; veja a prova desta verdade: João 1:1;Miq. 5:2;Isa.
9:6, portanto, Prv. 8:22-30, longe de limitar o tempo
do passado eterno Deste Deus Filho, coloca-O e O define, como Alguém que, como
Deus O Pai Celestial, sempre existiu desde os dias da eternidade e, como disse
Ele Próprio, como sendo a Presença Eterna, ou seja, O Grande Eu Sou assim como
O Pai Celeste também O É igualmente; I Cor. 1:30
associado a João 1:1,18; 8:58;Miq. 5:2 e Isa. 9:6, definem a posição e
igualdade absoluta com O Pai Celestial em todos os aspectos e em todos os
sentidos que possam existir.
Verso para memorizar: Como seria possível não ficar maravilhado
perante a Própria personificação da sabedoria Deste Deus Forte e Pai da
eternidade? Como não ficar maravilhado diante da Presença Pessoal e física
Daquele que é o Grande “Eu Sou” Preexistente por Si
Mesmo e a Verdade Personificada e a Vida Personificada? Daria para ser
diferente? Note estas palavras proferidas por alguém a respeito de Cristo: “As Palavras de Cristo possuem o encanto da
antiguidade, com o frescor da atualidade, a singeleza de uma criança com a
sabedoria de um Deus, a brandura de uma caricia de amor, e a força de um raio
fendendo as montanhas.
Parte de domingo. O maior sermão ( Mt. 5-7 )
Perg. 01 – Depois de quatro longos anos,
eu prosseguido chorando por dentro a perca do grande amor de nome Marenice. Ora
vem Senhor Jesus, o Senhor que é a ressurreição e a vida.!
Perg. 02 – Mt. 5:13-16.
1 – Sal, luz e obras. É verdade que não
precisamos nos esforçar para brilhar, mas precisamos,
uma vez colocados por Cristo na devida posição de refletir Sua luz, nos
esforçar para não sair desta posição, para que continuemos brilhando e
produzindo os frutos da salvação sendo assim o sal da terra.
2 – A eternidade da lei, seus tius e seus
jotas.
O até que o céu e a terra passem deste
texto, não pode ser aplicado para o Pentateuco de uma forma global, porque este
contém leis e estatutos de natureza essencialmente cerimoniais e civis. Todos
em todos os credos e teologias cristãs, concordam com este detalhe do assunto.
O próprio conteúdo desta declaração de Cristo limita o sentido de imutabilidade
desta lei mencionada, para determinada lei em particular, que no caso é, sem
margem para dúvida, a lei dos 10 mandamentos e leis de caráter higiênicas e de
saúde. Seria um absurdo teológico admitir a idéia de que o Mestre estaria se
referindo ao Pentateuco em geral quando mencionou a palavra “lei” em Mt. 5:17.
Este conceito de imutabilidade referente a lei, precisa ser entendido e interpretado a partir do
contexto do verso 17 de Mateus cap. 5, este verso diz: “Não vim abolir a lei.”
Veja trad. do Frei Mateus. Jesus estaria Se contradizendo e contradizendo
os fatos referentes a Sua missão como o Holocausto Supremo Substituinte da
tipologia levítica em Seu Santuário, se, ao mencionar a palavra “lei”, neste
texto, estivesse Se referindo a todo o Pentateuco. Seria a mais grosseira
contradição, visto que todo o conteúdo cerimonial e tipológico constante nesta
Escritura, seria completamente abolido por Cristo em
Sua Cruz do Calvário. Veja Dan. 9:27, na tradução do padre
Matos Soares e Ef. 2:15.
Considerações sobre a
frase: “Até que o céu e a terra passem,” e, “Sem que tudo seja cumprido,”, ou
ainda, “ até
que tudo seja cumprido.”
Que o cumprir aí mencionado não significa
abolir, está bem definido no verso 17: “Não vim
abolir.” Este não vim abolir não pode se referir, como vimos, ao Pentateuco
como um todo, sendo esta uma forte evidencia de que só pode ser referente em
particular à leis de caráter moral, higiênicas e saúde. Ninguém mentalmente
equilibrado pode admitir que Cristo teria abolido leis
morais e de saúde sobre a Sua Cruz.
Assim como o mandamento do Sábado do
Sétimo Dia da criação do mundo sincronizado com esta primeira semana, é o
imprimatur e o selo da lei dos dez mandamentos, assim, também, o Decálogo ( Dez mandamentos ), é o imprimatur do Pentateuco e de toda
a Bíblia Sagrada, e Cristo não passaria por alto este importantíssimo
documento, pelo contrario, o “engrandeceria e o destacaria das demais leis,
conforme estava escrito na profecia Messiânica de Isaias; note as suas
palavras: “Engrandecerá Ele a lei, e a fará ilustre.” Isa. 42:21. Trad.
Trinitária. Notar que a palavra “ilustre” tem o significado de distinguir
por qualidades dignas de louvor; na vida de Cristo encontramos o cumprimento
desta profecia; em todos os Seus ensinamentos destacava Ele a lei moral; o
próprio sermão da montanha comprova este fato; quando interrogado sobre os
deveres dos candidatos ao reino de Deus a vida eterna, dizia: “Se queres entrar
na vida guarda os mandamentos; “o que está escrito na lei? Etc. Mt.
19:’6-26;Lc.10:26.
O “vim cumprir” de Mt.
5:17, também precisa ser entendido e definido com base
em Suas próprias palavras neste verso; as Suas palavras, “não vim abolir,”
significam que o cumprir de que Ele falou, não significa mudar a lei ou
revogá-la. Se Cristo ao falar não vim abolir e sim cumprir não estivesse Se
referindo as leis morais em particular, independentemente das demais leis
cerimoniais e tipológicas do Pentateuco, estaria, neste caso, afirmando que não
teria vindo na qualidade de Messias para cumprir ( sentido
de revogar ), todas as leis tipológicas que apontavam para Ele como Tal. Que a
palavra “cumprir” tenha, também, o sentido de finalizar, findar e terminar, tem
sentido e é verdadeiro, porém, no caso em que estamos estudando, a definição
precisa ser dada pelo próprio e contexto, como vimos. Assim é que, temos
definido, neste texto em estudo, dois sentidos da palavra cumprir, o cumprir de
Mt. 5:17, que já está
definido pelo próprio verso como não revogável nas palavras: “Não vim abolir,”
ou seja, não vim revogar, mas cumprir; do contrário estaríamos fazendo Jesus
dizer: “Não vim abolir,”
mas abolir???; ou ainda, “não revogar mas revogar
?!?.” O outro sentido da
palavra “cumprir” estaria no verso 18 que diz: “Até que o céu e a terra passem
nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja “cumprido.” Neste
caso, o “cumprir” pode ser entendido como referindo-se ao cumprimento das
profecias Messiânicas contidas no Pentateuco e que, infalivelmente e, naquelas circunstâncias,
as quais o povo de Deus tinha chegado, se cumpririam na Pessoa do Messias.
Neste caso ficaria mais claro neste texto, as declarações de Cristo registradas
em Lucas 16:17 que diz: “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um
til da lei.” O sem que tudo seja cumprido de Mt. 5:18, portanto, está para as
profecias do Pentateuco ( Lei ), que se cumpririam no Messias; e, o “até” que o
céu e a terra passem do texto, está para a lei irrevogável mencionada no verso
17, da qual Cristo disse: “Não vim revogar.” Em resumo eu digo que, do
verso 17 de Mt. 5, até parte do verso 18, existe o “cumprir” irrevogável, e
que, o verso 18, em parte, quando diz: “Sem que tudo seja cumprido,”associado,
em parte, a Lc. 16:17, contém o cumprir revogável, ou seja, o sentido de
terminar, findar, cumprir; na tradução do Frei Mateus temos: “Porém é mais
fácil passar o céu e a terra do que “falhar” um só pontinho da lei.” Lc.16:17;
em outras palavras: Nenhuma profecia Messiânica contida na lei ( Pentateuco ),
falhará, mesmo que seja um só pontinho.
Na realidade, Mt.
5:17-19, não está focalizando exclusivamente, a lei
moral dos Dez mandamentos, basta ler os versos contextuais, 20,21,27 e 33, que
claramente se referem a lei moral, e, os versos 38 e o 43, que é referente ao
histórico do Israel teocrático em suas jornadas em demanda de Canaã e mais
particularmente, em seu relacionamento hostil com os Amonitas, Moabitas e
Amalequitas, descendentes dos filhos de Lot com suas filhas ( enxerto ) e,
Amalequitas, descendentes de Esaú. Ver Dt. 23:3-6;25:17-19;
I Sam. 15:1-3;Exd. 17:8-14. Não devemos ir nem para um
extremo e nem para o outro; se afirmarmos que Cristo em Mt.
5:17-19, está focalizando exclusivamente e sem
distinção de lei, o Pentateuco (lei), como um todo, estaríamos pregando que
todas as leis tipológicas e cerimoniais seriam irrevogáveis,isto no caso de
Cristo ter dito: Não cuideis que vim revogar nenhuma espécie, de lei,
cerimonial, moral, Nacional ou higiênicas, e, se admitirmos que Cristo está
focalizando somente e exclusivamente, as leis morais, estaríamos indo de
encontro as textos que claramente apresentam outras leis além destas outras.
Assim, para sermos coerentes com os fatos e com a verdade, teremos que admitir
que Cristo está discorrendo a respeito do Pentateuco
como um todo, porém, veja bem, fazendo distinção entre lei e lei uma revogável
e temporária ( as leis cerimoniais e tipológicas )e a lei eterna e irrevogável,
sintetizada em Dez Mandamentos, considerada neste sermão da montanha, proferido
por Cristo, como sendo mais durável do que o próprio céu e a terra.
5 – Mt. 5:38-42 – Vingança, referente a um regime Estatal teocrático
e circunstâncias históricas do Israel Nacional.
6 – Amar o inimigo. Em parte, não no todo,
tem um sentido de que o Israel Nacional, naquelas circunstâncias e época de
Cristo, não estava mais em condições de recorrer às promessas divinas de punir
por seu intermédio, as Nações ímpias ao seu redor, especialmente ao Império de
ferro que os dominava; é como se Cristo dissesse: Agora vocês são a cauda e não mais a cabeça, se comportem como cauda
lembrando-se que: A cauda
não balança o cachorro, mas o cachorro é que balança a cauda!. Vocês escolheram ser cauda, agora tenha o
comportamento de cauda.
Os “Eu porém vos
digo” do sermão de Cristo. Mt. 5:21-22,27-28,31-34,38
e 39.
Precisamos não esquecer que O Próprio
Cristo é que é o Autor de todas as instruções que Moisés passou para o Seu povo
no passado ( I Cor. 10:1-4 ), neste caso, como
entender estes porem vos digo do Seu sermão? Resposta: Quando Cristo deu estas
instruções a Israel por intermédio de Moisés, as circunstâncias e o
relacionamento deste povo em relação a Ele, eram outras, naquela época estava
ainda em vigor o regime de teocracia, isto é, um Pais
governado diretamente por Deus, não era um regime Eclesial implantado entre
todas as Nações, como passou a ser depois da rejeição do Israel Nacional, mas o
de apenas uma Nação peculiar governada por Deus em um sistema direto, e, este
regime, ainda é o plano de Deus para o Seu povo, no futuro e quando da Nova
Terra e Novo Céu; o plano de Deus com o Israel Nacional, era que aquela Nação
se tornasse a rainha das Nações e, uma Nação missionária para revelar ao mundo
todo o verdadeiro caráter do Deus Verdadeiro, preparando-as para receberem, no
futuro, O Desejado de todas as Nações, e, se este povo não tivesse ultrapassado
todos os limites da misericórdia divina, não teriam sido proferidos estes
“Eu porém vos digo,” do sermão da Montanha, exceto, a questão das segundas
núpcias por outros motivos senão a infidelidade conjugal, ou seja, o adultério.
Esta liberação por outros motivos, no passado, foi tolerada,
temporariamente, crio eu, por causa da natureza obstinada daquele povo. Veja, Dt. 24:1-4;Mt. 19:7-9.
O Israel nacional foi criado por Cristo
para que fosse a cabeça das Nações e não a cauda ( Dt.
28:13 ), mas note que esta posição privilegiada deveria ser mantida sob
condições, veja a última parte do verso; aconteceu, que, ao chegar Cristo por
aqui, o Seu povo, devido as suas rebeliões centenárias e até mesmo milenares,
estava sendo a cauda e não a cabeça ( Dt. 28:44 ), daí os “Eu porém vos
digo,”do Seu sermão, como já explanado acima; isso é semelhante ao que ocorreu
com este mesmo povo por ocasião do cativeiro babilônico, quando Cristo, naquela
época, aconselhou o Seu povo a ir pacificamente habitar entre aquele povo pagão
e a conviver com ele em uma política de boa vizinhança; por que Cristo naquela
época, teria dado, segundo Ele Próprio, aqueles mandamentos “não bons ? ( Ezq.
20:24-25 ), a resposta a esta pergunta se encontra neste mesmo texto e o verso
44, e, na expressão de II Cr. 36:14-16 e, mais particularmente no verso 16 últ.
parte, que diz: “...Não
houve mais nenhum remédio.” Quando Cristo proferiu os Seus, “Eu porém vos digo,” no Seu
sermão, faltavam apenas alguns anos ( seis anos aproximadamente ) para que o
Seu povo, como Nação, não fosse considerada mais o Seu povo. Ver Dan. 9:26, na
trad. do Padre Mattos Soares, assim é que,.Cristo estava preparando o Seu
remanescente do Seu povo, para viverem não mais como um povo teocrático e
nacional, mas como igreja que estaria estabelecia entre todas as Nações, para
cumprirem a missão que o Israel nacional deixou de cumprir. Em um regime
nacional teocrático, por exemplo, a vingança divina era executada por
intermédio do exército desta Nação, porém, em um regime Eclesial, isso não
seria possível, daí a recomendação de Cristo de submissão aos inimigos e a não
vingança por parte da igreja; dentro deste contexto é que podemos entender Mt.
5:38-41,43-44.
As vezes parece impossível conciliar o Deus
Homem que andou entre nós durante mais trinta anos, com o Deus da época dos
anos a.C., mas isso ocorre porque não procuramos ver as coisas segundo o
contexto apresentado acima; quando o Deus da época a.C. mandava matar velhos,
mulheres e crianças ( I Sam. 15:2-7 e Ezq. 9:6 ), a tendência natural humana, é
ficar olhando para o Filho de Deus como sendo o Deus Bonzinho e o Deus
daquele regime teocrático, como um Deus Bárbaro e Sanguinário, mas, por que
acontece isso? Porque não procuramos ver as coisas a partir dos devidos
contextos históricos e teológicos; o aspecto teológico mostra que Deus como Um
Ser Onisciente e Presciente e, como Governador direto da Nação, podia ver
perfeitamente o futuro de todas as crianças e demais pessoas, assim como os
efeitos maléficos e desastrosos de deixar viver estes seres humanos, capacidade
esta que nenhum ser criado possui( lembrar que como
Homem,Este Deus possuía ainda este atributo de Onisciência, mas não estava
exercendo em toda a sua plenitude ) e, para o bem do Seu remanescente e da
humanidade em geral, Ele ordenava aos Seus soldados da Sua Nação teocrática,
que os eliminasse totalmente. Quando estivermos participando e julgando as
Nações durante o milênio, veremos que milhões de crianças, velhos e mulheres,
os animais e a própria natureza vegetal, serão eliminados para sempre, e, isso
por determinação de Cristo, como Ele Próprio fazia no período da teocracia. Não
existe, portanto, essa de um Deus Bonzinho no N.Testamento
e um Deus Mau e intolerante, no Velho Testamento, o que existe e existiram,
foram circunstâncias diferentes criadas pela obstinação do povo de Deus e não
que Deus tenha mudado de Severo e Bárbaro para Um Deus bonzinho, isso nunca
existiu e jamais existirá, nós é que precisamos mudar, não Deus, Deus não mudou o Seu sistema,
Ele apenas adiou as Suas punições por algum tempo, e por Seus servos os
profetas, Ele adverte a
todas as Nações a não atingirem o limite no qual não haverá mais remédio. Leia
II Cr. 36:14-16 e comparar com Apc. 14:6-11 e
capítulos 15 e 16.
Parte de quarta feira. O que Ele ensinou
sobre a humildade.
Não esquecer que ser humilde não significa
ser covarde ou ser o bobo da coorte ou ainda, o bobo da plebe; ser humilde é
ser um herói da fé sem ser arrogante e pretensioso, significa ser um nobre sem no entanto abdicar da sua nobreza e realeza em Cristo. Ser
humilde é ceder mas nunca ir além da justiça e normas
estabelecidas pelas leis de Deus e, não ser omisso quando for preciso chamar o
pecado pelo nome na defesa dos indefesos e, especialmente, na defesa do caráter
de Deus e Suas leis. Covardia é uma coisa, humildade é outra.
Parte de quinta feira. O que Ele ensinou sobre
a graça – e fé.
Não existe nada mais evidente, na vida e
ensinamentos de Cristo sobre a doutrina da justificação através da fé e,
unicamente e exclusivamente pela graça sem as obras da lei, do que a Presença
entre nós Deste Deus Unigênito feito Homem habitando entre nós e empenhado em
salvar os Seus próprios inimigos e morrendo por eles. Não há manifestação de
graça maior do que a Presença do Deus Unigênito feito Homem, batendo na porta
dos Seus inimigos implorando as migalhas de suas atenções e oferecendo em troca
as riquezas de Sua graça e do Seu reino eterno. Não existe maior manifestação e ensinamento
sobre esta matéria do que estes exemplos práticos Deste Deus Unigênito feito
Homem.
Que Cristo seja
para nós, Sabedoria, Justiça, Santificação e Redenção. Amém! I Cor. 1:30.
Por Gilson Nery B.
Costa. Espírito Santo do Pinhal.
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Classe Universitários